sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Vem aí TECHNOCRISTO 2011!!! - BUSCAI AS COISAS DO ALTO!


Galera, vem aí mais uma edição da TECHNOCRISTO, neste ano o tema escolhido foi: BUSCAI AS COISAS DO ALTO  CL 3, 1 - 17 , e é com esse pensamento de buscar aquilo que Deus nos preparou, que  vamos nos confraternizar neste momento de alegria, descontração e amizade. 

Maiores informações acessem: TECHNOCRISTO
Em breve aqui promoções, fiquem ligados!
 SALVE MARIA!


quarta-feira, 21 de setembro de 2011

TARDE DE LOUVOR - 09/10/2011

Separar o Pecado do Pecador





Na Carta Encíclica “Spe Salvi”, o Papa Bento XVI diz que o juízo de Deus é para nós fonte de esperança. Como coisas tão trágicas – como o inferno e o juízo de Deus – podem trazer esperança? Existem pregadores que não querem falar do inferno e dizem que Deus é amor, misericórdia, por isso como poderia existir o inferno. Isso é artimanha do diabo: transformar a confiança em Deus em presunção, ou seja, a pessoa não leva a sério suas responsabilidades porque tem a presunção de que será perdoada!

Nunca pregamos tanto a misericórdia de Deus e estivemos tão atolados em pecados como agora, tudo isso por causa da presunção. E assim muitos pensam: “Se o inferno não existe, o que tem se eu roubar esse dinheiro?” Se não acreditamos mais na existência do inferno nos transformamos em pessoas para além do bem e do mal. O pecado é aquilo que me destrói, me faz uma pessoa pior, e eu não posso agora usar a misericórdia de Deus para justificar minha destruição.

A mãe ama seu filho, mas odeia o pecado que o destrói. Nós que somos seguidores do Deus, que é Amor, temos de alimentar em nosso coração um amor infinito pelos pecadores e ódio supremo pelo pecado. Temos de ser capazes de dividir essas duas realidades.

A grande diferença entre o cristão e o não cristão, no campo moral, é que o cristão peca e odeia o seu pecado, e o não cristão peca e faz do pecado um projeto de vida, um jeito de viver.

Nós precisamos usar essa espada que divide pecado e pecador. Nós amamos nossos irmãos pecadores, mas odiamos o [pecados] que eles fazem. O sacerdote atende os fiéis em confissão, sentado, porque ali ele age como um juiz, para absolver o pecador.

Santo Isaac de Nínive dizia o seguinte: “O homem que chora os próprios pecados é maior que este que ressuscita os mortos”. Por quê? Quando você chora os próprios pecados o Reino de Deus está acontecendo em você. Existem pessoas com o coração fechado, fechadas para Deus e para a bondade. Pessoas assim, soberbas, duras, não se dobram ao Senhor. E também há pessoas como nós, que temos esse coração medíocre, somos honestos, mas de vez em quando mentimos; nós rezamos, mas de vez em quando perseguimos quem reza; perdoamos, mas também guardamos mágoa. Imagine se vamos entrar no céu com um coração assim? Não pode ser!

De nada nos adianta dizermos que amamos a Deus Pai se não odiarmos os nossos pecados para sermos d'Ele
. Se você se arrepende dos pecados, o Todo-poderoso precipita o pecado no inferno e salva o pecador. Nós precisamos chegar no céu com o coração transformado, e isso é misericórdia de Deus para nós.

O inferno existe não porque Deus não é misericórdia, mas porque somos livres para voltarmos nossas costas para o Senhor. Então leve a sério a sua vida, tenha medo de perder Deus! Ao mesmo tempo, devemos ter infinita confiança n'Ele, confiança de que Ele não morreu inutilmente e de que Ele fará de tudo para nos salvar.

Por isso, ninguém está autorizado a parar de pregar sobre a existência do inferno. O julgamento de Deus Pai nos fins dos tempos é para nós fonte de grande esperança. Nosso Senhor quer nos salvar. Se você vê que na sua família há pessoas fazendo do pecado um projeto de vida, ajude-as a sair desse mal.

(Texto adaptado da pregação de setembro de 2010).
Padre Paulo Ricardo

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

RELIGIOSIDADE: RESPEITO ÀS DIFERENÇAS


DEUS EXISTE? O MAL EXISTE?



 A história de hoje é de um professor ateu que desafiou
 os seus alunos com a seguinte pergunta:
-  Deus fez tudo que existe?
E um aluno respondeu corajosamente:
- Sim!
- Deus fez tudo mesmo? Perguntou, novamente, o professor.
- Sim, professor. Respondeu-lhe o jovem.
- Pois bem, se Deus fez todas as coisas, então
 Deus fez o mal, pois o mal existe. E considerando que nossas ações são o reflexo de nós mesmos, então Deus é mal.
 O estudante calou-se diante de tal resposta e o professor, 
feliz, vangloriava-se de haver provado mais uma vez 
que a fé era um mito e que não deveríamos ter fé.
Foi aí que outro estudante levantou a sua mão, 
calmamente, e disse:
- Professor, eu poderia lhe fazer uma pergunta?
- Sem dúvida, respondeu-lhe o mestre.
O Jovem ficou de pé e disse:
- O frio existe, professor?
- Mas que pergunta é essa, meu amigo? 
Claro que existe. Ou você por acaso nunca sentiu frio?
E o rapaz disse-lhe:
- Na verdade, professor, o frio não existe.  
Segundo as leis da física, o que consideramos frio é, 
na verdade, a ausência de calor. Todo corpo ou objeto
 pode ser estudado quando tem ou transmite energia, 
mas é o calor e não o frio que faz com que tal corpo
 possua ou transmita energia. O zero absoluto é a
 ausência total e absoluta de calor. Todos os corpos
 ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. 
Criamos esse termo para descrever como nos sentimos
 com a ausência de calor. E a escuridão, existe mestre?
 E o professor respondeu-lhe:    
- É claro que sim!
E o aluno novamente retrucou o mestre:
 - Novamente, o senhor se engana.
 A escuridão tampouco existe. A escuridão, na verdade,
 é a ausência de luz. Podemos estudar a luz, mas a
 escuridão não. O Prisma de Newton decompõe a luz
 branca nas várias cores em que ela se compõe,
 só que com os seus diferentes comprimentos de ondas. 
A escuridão, bem, a escuridão não é bem assim.
Um simples raio de luz rasga as trevas e ilumina as superfícies que a luz toca. Como se faz para determinar quão escuro 
está um determinado local do espaço? Apenas com base
 na quantidade de luz presente neste local, não é mesmo?
 A escuridão, portanto, é um termo que o ser humano 
criou para descrever quando há a ausência de luz naquele momento.

 - Finalmente, o jovem estudante perguntou ao mestre:
 - Professor, diga-me agora: o mal existe?
 - Claro que existe! Como falei no início da aula, vemos roubos e violência diariamente em todas as partes do mundo. Essas coisas são sem sombra de dúvida o mal.
 E o estudante novamente respondeu:
 - Professor, o mal não existe, 
ou ao menos, não existe por si só. O mal é simplesmente
 a ausência de Deus em cada ser humano. E é, como
 nos casos anteriores, um termo que o ser humano criou
 para descrever essa ausência de Deus. Portanto, Deus
 não criou o mal, mas nós sim, o praticamos por livre arbítrio.
 Não é como a fé ou o amor que existem ou como a luz e o calor.
 O Mal resulta de uma humanidade que não tem Deus presente em seu coração. É como o frio, que surge quando não há calor, ou a escuridão, que acontece quando não há luz em nossas vidas...